Trancado nesta prisão vejo a luz do amanhecer,
Os pingos molhado da chuva que caem de gota em gota no chão da cela,
Este silencio me enlouquece,
O unico som que ouço é dos pássaros no patio da prisão
E eu fico aqui numa grande solidão
Esperando que um dia tudo isso acabe
Tenho um unico sonho sair desta prisão que eu mesmo criei
E fazer tudo aquilo que não tenha feito antes,
Tudo aquilo que sempre sonhei fazer mas nunca tive coragem
SER LIVRE.
Autor (Ademir Ramos dos Santos)
Data 02/11/2003
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